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acoes | 21 fevereiro 2018

Sirius

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Maior e mais complexa infraestrutura científica já construída no país em um terreno de 68 mil quadrados em Campinas, o Sirius será a nova fonte brasileira de luz síncrotron, com capacidade de analisar com um detalhamento único as propriedades de materiais biológicos e sintéticos, abrindo caminho para a inovação e novas descobertas. Um projeto grandioso que irá impulsionar diversos setores como ciência dos materiais, nanotecnologia, biotecnologia, física e ciências ambientais. 

O Sirius é uma empreitada com presença efetiva do MCTIC, que pertence ao Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM) e tocado pelo LNLS (Laboratório Nacional de Luz Síncroton). Trata-se de um acelerador de elétrons, uma das primeiras fontes de luz síncrotron de quarta geração no planeta, projetada para ter o maior brilho dentre os equipamentos na sua classe de energia, colocando o país “na fronteira do conhecimento” científico. Será o mais avançado do mundo em sua categoria e um dos dois equipamentos do nível no mundo, além de aberto a quem quiser.

Com valor estimado em R$ 1,8 bilhão e custeado pelo governo federal, o projeto começou a ser discutido em 2009 e hoje envolve cerca de 250 profissionais em tempo integral. Até o momento o ministério já investiu 1,29 bilhão na obra, e já assegurou R$ 70 milhões para a primeira etapa do Sirius.

“O Sirius é um projeto fundamental para o governo brasileiro e temos convicção da necessidade de criarmos oportunidades para as gerações que estão chegando”.

Além de elevar o nível das pesquisas no Brasil e atrair o interesse de cientistas de outros países, a construção do acelerador também vem contribuindo para a formação de recursos humanos especializados, a aquisição de produtos e componentes nacionais e a internacionalização das empresas brasileiras. Cerca de 85% dos componentes adquiridos para a construção do Sirius são fabricados no Brasil, desde equipamentos eletrônicos até um tipo de cimento de alta estabilidade para suportar a pesada estrutura.