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arquivo | 04 maio 2018

Parcerias que ultrapassam fronteiras

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O trabalho conjunto de cientistas de todo o mundo remonta ao final da Segunda Guerra. Ao longo da história, o acesso e intercâmbio de diferentes experiências em ciência, tecnologia e inovação foram fundamentais para o desenvolvimento destas áreas. Com o Brasil, não poderia ser diferente.

A parceria em ciência, tecnologia e inovação é um dos principais objetivos das relações internacionais do Brasil. Através das décadas, a união e troca de conhecimentos científicos e tecnológicos com outros países tem permitido que o Brasil tenha acesso a descobertas e avanços que influenciam na qualidade de vida da população, apresentando-a gradualmente a novas realidades.

O último trimestre foi prolífico para as relações internacionais do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. Fechamos acordos e reforçamos parcerias com mais quatro países.

Em março, lançamos o “Ano Brasil – Reino Unido de Ciência e Inovação 2018-2019”, iniciativa que celebra o trabalho conjunto de pesquisadores e empresários inovadores de ambos os países, com uma ampla agenda de eventos e oportunidades para empresas “start-ups” e financiamento de pesquisa para projetos bilaterais.

Em abril, reforçamos a cooperação científica e tecnológica com a Suíça através de um plano de ação que veio em momento apropriado: a comemoração do bicentenário da imigração suíça no Brasil. Até 2020, nos comprometemos em lançar ações conjuntas entre o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) com a Fundação Nacional de Ciência da Suíça. Também haverá cooperação em pesquisa industrial entre a Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii) e a agência de inovação Innosuisse; além da continuidade do apoio do MCTIC ao programa Academia-Industry Training, conduzido pela plataforma Swissnex Brazil.

O último trimestre foi prolífico para as relações internacionais do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. Fechamos acordos e reforçamos parcerias com mais quatro países.

No mesmo mês, recebemos a embaixadora dos Emirados Árabes, Hafsa Abdulla Mohamed Sharif Al Ulama para discutir soluções conjuntas em energias renováveis, parques tecnológicos e pesquisa agropecuária. Os Emirados Árabes Unidos concentram escritórios comerciais de 30 empresas brasileiras, que usam a infraestrutura local como plataforma para exportações na região.

Também recebemos o vice-primeiro-ministro e ministro da Economia, da Segurança Interior e da Defesa de Luxemburgo, Etienne Schneider. Luxemburgo é o 13º maior investidor estrangeiro no Brasil, e o encontro permitiu que discutíssemos o potencial da cooperação bilateral na área espacial e em telecomunicações.

O Brasil vive a retomada do seu crescimento econômico, em um processo árduo empreendido pelo Governo, pautado pelas restrições orçamentárias também impostas ao nosso Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações. Nossos esforços para superar desafios e ultrapassar fronteiras permitirão que a ciência, a pesquisa e a inovação brasileiras recebam novos aportes de recursos com a ajuda da cooperação multinacional. Sigamos explorando e desenvolvendo nossos potenciais.